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Sem Sentido

Um blogue sem sentido... de humor!

14
Ago18

Socorro, a minha filhota está sem fralda...

Desfralde.jpg

 

A minha filhota tem menos de dois anos, mas já só faz cocó e chichi no bacio. Como é que eu consegui?! Violando algumas regras e contrariando todos os mitos, nomeadamente «o desfralde deve ser feito depois dos dois anos, que é quando os bebés começam a ter alguma maturidade», «o desfralde deve ser feito na escola, por quem sabe», «no início, é necessário forrar a casa e o carro com plásticos» e «não se deve ralhar com a criança quando a ela faz chichi e/ou cocó na roupa e/ou no chão».

 

 

22
Jul18

Homens que dão beijos na boca de outros homens?! Que nojo...

Homossexualidade.jpg

 

A semana passada, foi uma semana de descobertas chocantes: para o meu sobrinho, que ficou a saber o significado da palavra «gay»; para mim, que fiquei a saber que as crianças podem ser homofóbicas sem ninguém lhes dizer para o serem. Mais chocante do que isto, só mesmo o facto de a orientação sexual continuar a ser assunto entre os adultos e de a homossexualidade continuar a ser motivo de discriminação e de comentários bem mais desagradáveis do que o comentário do meu sobrinho.

 

 

20
Jun18

Bebés com prazo de garantia?! Era tão bom...

Devoluções.jpg

 

E se os bebés tivessem um prazo de garantia até 2 anos como os eletrodomésticos?!

 

Eu não sei se algum de vocês já pensou nesta hipótese, mas eu já pensei. A primeira vez que eu pensei foi há oito meses, quando a minha filhota tinha um ano, e a segunda vez foi ontem, de madrugada, quando eu estava a mudar a fralda ao meu filhote recém-nascido e ele decidiu fazer chichi e sujar o colchão da cama.

 

Tivessem os bebés um prazo de garantia e, há oito meses, teria sido mais ou menos assim com a minha filhota:

 

 

12
Jun18

A minha esposa deu à luz... outra vez!

Partos.jpg

 

Para quem segue a página de Facebook deste blogue e/ou a página de Facebook da minha cunhada, o título não é nenhuma novidade, mas para quem não segue, esta é uma novidade em primeira mão: a minha esposa deu à luz outra vez, mas desta vez um menino.

 

Na altura do nascimento da minha filhota, eu não escrevi sobre como é viver um parto de perto e, por isso, vou tentar descrever da melhor forma possível aquilo que eu presenciei neste dia tão especial. Espero que gostem da descrição e que se sintam motivados para contribuir para a natalidade.

 

Foi no passado dia 10 de junho, Dia de Camões, que o meu filhote mais novo nasceu. Felizmente, a minha esposa não se apercebeu de que era feriado, caso contrário, ia ser mais ou menos assim:

 

 

26
Nov17

A inocência das crianças já não é o que era...

Crianças.jpg

 

Ainda me lembro de ter 9 anos e de nada saber sobre sexo, nem sequer saber de onde vinham os bebés. A minha mãe fez sempre questão de me dizer que me encontrou num cestinho, num rio, e eu, mesmo sabendo que não existiam rios na Madeira e que os cestos eram artefactos de vime ou de varas entrançadas que não boiavam e que muito facilmente se afundavam na água, nunca a confrontei sobre este assunto. Digamos que, nesta idade, o que menos me interessava era saber de onde vinham os bebés ou como eles eram feitos.

 

Aos 9 anos, o que eu queria mesmo era que a minha mãe me deixasse ir para a estrada brincar à bola, já que eu, em casa, não tinha computador, não tinha Internet, não tinha videojogos e, na televisão, só tinha a RTP Madeira para ver o MacGyver aos sábados, mas só quando não dava vento, caso contrário, só via “arroz”.

 

Enfim, nada que se compare à infância dos miúdos de hoje em dia, já que, aos 3-4 anos, eles já têm um táblete com jogos para passarem o dia a "brincar" e, aos 6-7 anos, com Internet para pesquisarem no Google «meninas nuas» ou «meninas sem cuecas» mal aprendem a escrever. Aos 9 anos, muitos deles já nem virgens devem ser e não deve ter sido por terem brincado ao pai e à mãe, certamente.

 

 

15
Nov17

Criar filhos dos outros?! Credo...

Adoção de crianças.jpg

 

A propósito do episódio desta semana do programa televisivo «E Se Fosse Contigo» e do debate em torno da adoção de crianças por casais do mesmo sexo, lembrei-me de um jantar de Natal que eu tive há dois anos em que o tema de "confraternização" foi a adoção de crianças. Tive, mas não estive. Infelizmente – para mim –, eu não pude estar presente no momento do "debate" e já só soube da opinião de algumas pessoas que lá estiveram quando elas já lá não estavam. 

 

E se pensam que o "debate" acabou por girar em torno do tema polémico da adoção de crianças por casais do mesmo sexo, deixem-me adiantar-vos que o debate girou apenas e só em torno do tema – também ele muito polémico – da adoção de crianças por casais de sexo diferentes. Tinha tudo para correr mal, mas como eu não estava, acabou por correr mais ou menos. Para uns foi um momento de "ação de graças", para outros foi quase uma espécie de "último julgamento".

 

Está aberta a audiência:

 

 

07
Nov17

A minha filhota vai para a escola... aos 13 meses!

Conversas com bebés.jpg

 

Sei que, mais cedo ou mais tarde, este é o destino de todas as crianças, mas, ainda assim, parece-me demasiado cedo colocar um bebé com apenas 13 meses na escola.

 

Porque é que eu vou colocar a minha filhota com tão pouca idade na escola?!

 

Porque, depois de eu ter ficado 13 meses (parcialmente) desempregado – trabalhava a tempo parcial, mas só tinha de me ausentar de casa 4 horas por semana –, arranjei trabalho a tempo integral (remunerado) e não me resta outra hipótese que não seja colocá-la num infantário. Quero dizer, eu até poderia deixá-la com a minha sogra, mas o receio de que ela aumente de peso numa semana mais do que aumentou nos últimos 13 meses fala mais alto.
 

 

14
Set17

A (HIPER)sensibilidade dos pais... (hiper)sensibiliza-me!

Regresso às aulas.jpg

 

Se há algo que para mim é notório e incontestável nos dias que correm é a (hiper)sensibilidade que os pais demonstram para com as necessidades dos seus filhos, desde o momento em que os trazem ao mundo – vai-se lá saber porquê – até quando eles assim o quiserem e bem entenderem – eles, os pais e os filhos, claro.

 

Desde cedo, os pais preocupam-se em dar aos seus filhos a melhor chucha, a melhor fralda, a melhor roupa, o melhor calçado, os melhores brinquedos e, já numa fase mais crescida, a melhor educação. A melhor educação que, obviamente, não é, nem nunca será, em casa, mas sim numa escola privada. De preferência, e se possível, na escola privada mais cara, porque é certamente na mais cara que estão as pessoas mais bem formadas para oferecerem a melhor formação e educação aos seus filhos.

 

[Se, por motivos financeiros, não lhe for possível colocar o seu filho numa escola privada, faça como os outros: vá para a rua contestar as medidas do Governo e reivindicar mais subsídios estatais para as escolas privadas.]

 

E é sobretudo nas escolas privadas – e no regresso às aulas – que eu vejo até onde vai a (HIPER)sensibilidade dos pais: vai até o portão da escola, imaginem só.

 

 

30
Jul17

Se te portas mal... ofereço-te um "tablet"!

Tablets.jpg

 

Já repararam na educação que os pais oferecem atualmente aos filhos?

 

Para mim, uma educação cada vez mais incompreensível, não no sentido pejorativo, claro, mas no sentido de ser necessário estar em constante atualização para a compreender. São versões atrás de versões que nunca mais acabam e que não estão ao alcance da inteligência – e do bolso também – de um qualquer pai/mãe e/ou professor, até porque a maioria é já do século passado e não entende muito bem isto do funcionamento das novas tecnologias, nomeadamente de tábletes. Sim, TÁBLETES, aqueles aparelhos eletrónicos que dispõem de inúmeras funcionalidades educativas que fazem das nossas crianças cada vez mais seres humanos sobredotados e autodidáticos.

  

 

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