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Sem Sentido

Um blogue sem sentido... de humor!

12
Jul18

Jantares com amigos?! São sempre terapêuticos...

Jantares com amigos.jpg

 

Assim que eu casei e comecei a viver com a minha esposa, jantares com amigos foi o que mais não faltaram cá em casa. No primeiro ano, talvez uma média de um jantar por mês. No último ano, uma média de um jantar por ano.


Sim, é verdade, o último jantar que nós fizemos com amigos cá em casa foi há mais de um ano, mas lembro-me perfeitamente como se fosse ontem: quatro pessoas sentadas à mesa a comer e a conversar sobre coisas do seu quotidiano, como, por exemplo, do seu relacionamento e das "virtudes" da sua "cara-metade".

 

De entre as muitas frases que se ouviu no jantar, gostaria de destacar as seguintes:

 

 

10
Jul18

Eu já quase morri... por várias vezes!

Experiências de quase morte.jpg

 

A propósito do resgate das crianças tailandesas, lembrei-me de alguns episódios que marcaram a minha infância e que poderiam ter tido um desfecho bem menos feliz do que o daquelas crianças. Quero dizer, mais ou menos.

 

De entre os principais episódios que marcaram a minha infância, destaque para aqueles que mais colocaram a minha vida em risco, nem que fosse só pela tareia que eu apanharia caso a minha mãe descobrisse o sucedido. Na verdade, tivesse eu nascido gato e já não tinha mais vidas.

 

 

03
Jul18

Eu não sou desleixado. Eu sou perfecionista!

Perfecionismo.jpg

 

Há muito que eu andava para escrever sobre este assunto, mas só agora é que eu me sinto verdadeiramente preparado para desfazer um dos grandes mitos criados pelas mulheres: que todos os homens são desleixados, desarrumados e não têm iniciativa para fazerem tarefas domésticas.

 

Eu até poderia concordar com a frase anterior se as mulheres deixassem bem claro que, para todas as regras, há pelo menos uma exceção, mas tendo em conta que elas não se cansam de dizer que «os homens são todos iguais», não posso mais compactuar com este mito que arrasa com a autoestima e a forma de ser de qualquer homem que se diz perfecionista. Sim, perfecionista!

 

 

12
Jun18

A minha esposa deu à luz... outra vez!

Partos.jpg

 

Para quem segue a página de Facebook deste blogue e/ou a página de Facebook da minha cunhada, o título não é nenhuma novidade, mas para quem não segue, esta é uma novidade em primeira mão: a minha esposa deu à luz outra vez, mas desta vez um menino.

 

Na altura do nascimento da minha filhota, eu não escrevi sobre como é viver um parto de perto e, por isso, vou tentar descrever da melhor forma possível aquilo que eu presenciei neste dia tão especial. Espero que gostem da descrição e que se sintam motivados para contribuir para a natalidade.

 

Foi no passado dia 10 de junho, Dia de Camões, que o meu filhote mais novo nasceu. Felizmente, a minha esposa não se apercebeu de que era feriado, caso contrário, ia ser mais ou menos assim:

 

 

03
Nov17

Azar no jogo, sorte no amor!

Jogos de azar.jpg

 

A minha sorte no jogo é surreal. Contado ninguém acredita, mas, ainda assim, vou contar.

 

Eu sempre disse que a minha sorte no jogo era tanta que, se eu alguma vez ganhasse o 1.º prémio do Totoloto e/ou do Euromilhões, haveriam tantos totalistas que o prémio a dividir por todos não daria sequer para pagar um almoço. Pois bem, nunca ganhei o 1.º prémio do Totoloto nem do Euromilhões, mas já ganhei o 1.º prémio do Totobola (Extra).

 

É verdade, já ganhei um 1.º prémio do Totobola, um primeiro prémio que, sendo de um concurso extra, nunca daria prémios tão elevados como o Totobola (normal) de um qualquer fim de semana, mas que, à semelhança dos concursos extra de outras semanas, daria, no mínimo, cerca de 10.000 euros, a dividir pelo número de premiados, claro.

 

Quanto é que eu ganhei?!

  

 

01
Nov17

Trabalhar (só) com mulheres?! Livra...

Mulheres no trabalho.jpg

 

No passado mês de outubro, fez um ano que eu saí de uma empresa onde só trabalhavam mulheres – com exceção de mim e do patrão – e a melhor coisa que o meu antigo patrão fez, para além da minha contratação, foi a minha não renovação do contrato.

 

Talvez das poucas experiências que eu não tenciono repetir na minha vida: trabalhar durante 3 anos com cerca de 13 mulheres.

 

Sim, eu já estive com 13 mulheres, mas não foi num harém nem tão-pouco num "paraíso". Antes pelo contrário, parecia um "inferno" onde a inveja e a mesquinhez prevaleciam e se sobreponham ao espírito de equipa e de entreajuda. Felizmente, não eram todas iguais, mas mal se notavam as que eram diferentes, tais eram as más energias que ali se faziam sentir.

 

 

26
Out17

Festas académicas?! Que saudades...

Festas Académicas.jpg

 

Se há memórias que perduram ao longo do tempo na cabeça de um antigo aluno universitário, estou certo de que as memórias das festas académicas serão algumas delas, se não mesmo as únicas.

 

Eu, por acaso, até nem tenho muitas memórias de festas académicas, mas só porque fiz questão de terminar o curso o mais rápido possível. Ainda assim, das poucas memórias que eu guardei destes bons velhos tempos, há uma bem curtinha que eu gostaria de partilhar convosco, só para que percebam que a vida de um aluno universitário não é só estudar. Aliás, em muitos casos, é tudo menos estudar. 

 

 

24
Out17

Vivo com uma amarração… há mais de 8 anos!

Ciganos.jpg

 

Ainda me lembro da segunda vez – mais parecia a primeira – que eu fui a Lisboa. Nunca mais me esqueço: fui direitinho a Belém!

 

Pastéis de nata?!

 

Nada disso. Fui direitinho aos jardins, à procura de uma cigana. Tinham-me dito que as ciganas eram exímias a ler as mãos e a prever o futuro e eu fui lá para crer.

 

Andava eu lá no parque, para lá e para cá, feito parvo, quando, de repente, vejo uma cigana e peço-lhe – sim, PEÇO-LHE, quase lhe implorando – para me ler a mão.

 

– Você vai ser um grande empresário.

 

[Juro que não tinha nada escrito na mão. Impressionante, não foi?!]

 

 

20
Out17

Comprar casa?! Só se for depois de a arrendar durante 3 anos... – Parte 2/2

Bens imóveis.jpg

 

Depois de uma primeira parte que, muito provavelmente, deixou muito boa gente a pensar se deve arrendar casa antes de a comprar – se ainda não a leram (ou já leram, mas já se esqueceram), cliquem na hiperligação acima, a vermelho, e (re)leiam-na antes de lerem o texto que se segue –, eis que chega o momento de contar a segunda parte de uma história real que, certamente, vai deixar muita gente a pensar se vale a pena comprar casa em vez de arrendar.

 

 

18
Out17

Comprar casa?! Só se for depois de a arrendar durante 3 anos... – Parte 1/2

Bens imóveis.jpg

 

Já diz o povo que «quem casa quer casa» e eu, que casei há pouco mais de 3 anos, não fui exceção. E ainda não tinha casado e já andava à procura de casa, não para comprar, mas para arrendar.

 

Porquê arrendar e não comprar?!

 

Primeiro, porque nem eu nem a minha esposa tínhamos dinheiro suficiente; segundo, porque apesar de eu ter a certeza de que o banco nos emprestaria o dinheiro necessário, nunca me agradou a ideia de viver endividado o resto da minha vida com a obrigação de pagar uma coisa que mais tarde posso já não querer, até porque, regra geral, quando se deixa de pagar uma casa ao banco por razões de força maior, perde-se a casa, mas tem-se de continuar a pagá-la, ao passo que, quando se deixa de pagar uma casa ao senhorio, seja por que razão for, perde-se a casa, mas não se tem a obrigação de continuar a pagar por uma coisa que já não se usufrui; terceiro, porque há fatores importantes que eu valorizo numa casa que só depois de eu viver nela durante algum tempo é que eu consigo perceber se é mesmo naquela casa que eu quero viver o resto da minha vida.

 

E se estão interessados em saber quais são esses factores, leiam o texto que se segue até o fim e pensem duas vezes quando estiverem a pensar comprar casa.

  

 

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